03/01/2017 11:18

Novo secretário assume pasta da saúde de Londrina com desafio de promover melhorias com redução de custos

Uma das apostas de Luiz Koury é tentar firmar parcerias com a iniciativa privada

Com a responsabilidade de administrar uma das pastas mais complicadas do município, o médico Luiz Koury começa o ano cheio de desafios na secretaria de saúde. Entre eles a questão financeira e a qualidade do atendimento básico. Assista ao vídeo com a matéria completa da repórter Livia de Oliveira, no Primeira Hora desta terça (3).

Koury já dirigiu grandes hospitais como o Evangélico e o Zona Norte. O bom relacionamento com o secretário que o antecedeu, Gilberto Martins, facilitou a transmissão de cargo e compartilhamento de informações sobre o andamento dos trabalhos na Secretaria Municipal de Saúde. Entre as pendências estão a construção, reforma ou ampliação de pelo menos 12 Unidades Básicas de Saúde, Maternidade Municipal e Pronto Atendimento Infantil, além de uma nova UPA na zona leste.

Luiz Koury vai tentar buscar parcerias com a iniciativa privada para reformas necessárias no setor de saúde de Londrina (Foto: Devanir Parra/CML)

Luiz Koury precisa conciliar a redução de recursos, com a realização de reformas necessárias no setor de saúde (Foto: Devanir Parra/CML)

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Porém, com a redução de repasses estaduais e federais e previsão de queda na arrecadação, o primeiro trimestre de governo deve ser de economia. “Não vamos dispensar funcionários, mas vamos realocar e reduzir cargos de diretoria, gerência e coordenação para que o serviço seja prestado de maneira mais eficiente e com menos custo”, afirma.

Para compensar a falta de recursos públicos, Koury quer investir nas parcerias com a iniciativa privada. Com o objetivo de melhorar a infraestrutura das unidades báscias de saúde ele deve estudar a legalidade de projetos que possam utilizar recursos de contrapartida das empresas.

O orçamento de Londrina para a saúde em 2017 é de aproximadamente R$ 590 milhões. O município vem gastando cerca de 25% com a atenção básica e 65% com média e alta complexidade.

Redação, com Livia de Oliveira